GÊNIO
Vim ao mundo com o senso que perdura
nas elucubrações dum formidável gênio.
Ele já existia no mais remoto milênio,
pois fez o coletor conhecer a agricultura.
Era a época quando houve a ruptura
da vida nômade do filho do hidrogênio
dependente dum elemento calcogênio,
das organelas e da percepção imatura
que ainda não entendeu o ser humano.
Representou-me num gráfico cartesiano
nas retas em invertidas concavidades...
O sábio demônio deixou no abandono
a ínfima simples estrutura de carbono
no universo complexo de possibilidades.
* Todos os direitos cedidos a Rodrigo Azenha
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