EGO NAVEGANTE
Tentei ir até onde a vista não alcança.
Logo me vi num desnudo bariônico perdido
ao buscar o amor não compreendido,
desde a mais remota etnia que descansa.
O horizonte ofuscante de água mansa,
era o imaginário de um ego aturdido.
As ondas revoltas não faz sentido,
tampouco a sacra bem-aventurança.
Lá fora, no indivisível universo tirânico
Já não tem espaço ao modelo mecânico;
assim é que o ego humano se explode
formando vários universos paralelos
presos ao fulcro de incognoscíveis elos...
por isso a visão já não vê o que pode...
* Todos os direitos cedidos a Rodrigo Azenha
Nenhum comentário:
Postar um comentário