terça-feira, 19 de novembro de 2013

Ego navegante

EGO NAVEGANTE

Tentei ir até onde a vista não alcança.
Logo me vi num desnudo bariônico perdido
ao buscar o amor não compreendido,
desde a mais remota etnia que descansa.

O horizonte ofuscante de água mansa,
era o imaginário de um ego aturdido.
As ondas revoltas não faz sentido,
tampouco a sacra bem-aventurança.

Lá fora, no indivisível universo tirânico
Já não tem espaço ao modelo mecânico;
assim é que o ego humano se explode

formando vários universos paralelos
presos ao fulcro de incognoscíveis elos...
por isso a visão já não vê o que pode...

* Todos os direitos cedidos a Rodrigo Azenha

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